domingo, 7 de outubro de 2007

Bonecos reduzem o síndrome de morte súbita do lactente


Segundo este organismo, deve ser dado um boneco ao bebé cada vez que este é deitado no berço, com excepção das crianças com menos de um mês de idade ou que manifestem incómodo ou recusa.
Um outro estudo, realizado por investigadores na Califórnia, conclui que, com um «companheiro de sono», o risco de morte súbita pode ser reduzido até 90%.
Em contrapartida, os pais não se devem preocupar se o boneco cair para o chão durante o sono.
Texto da revista Pais e Filhos

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

canudos lindos


A pedido de algumas mamãs aki fica uma foto do meu filhote!
Os canudos dele são lindos =)

Os 3 porquinhos!

Numa bonita casa de campo viviam 3 porquinhos:

Prático, Heitor e Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes e despreocupados no campo.

Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.

Em casa esperava-os a sua avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos.

Um dia, Cícero, o mais pequeno, propôs: «Agora que já somos grandes! podemos construi ruma casa só para nós e viver sozinhos! Cada um construirá a sua , a seu gosto.

Cícero não se queria cansar muito, pelo que considerou que bastariam uns tantos ramos e um pouco de palha entrançada para construir uma cabaninha fresca e confortável.

O Heitor, pelo contrário, pensou que uma cabana de madeira seria

suficientemente confortável e resistente, e que não teria de trabalhar

demasiado para a construir.

Prático queria uma casinha como a da avozinha. Por isso, carregou o carrinho de mão várias vezes com tijolos e cimento e pôs-se a trabalhar com muito afinco.

- Assim estarei resguardado do lobo, que de vez em quando sai do bosque.

De facto, veio o lobo e bateu na casinha de palha: Toc! Toc!

- Quem é? – perguntou a vozinha do Cícero. – Um amigo... abre!

- respondeu o lobo lambendo-se. – Não! És o lobo mau e não te vou abrir a porta!

- É assim é? – Rosnou o lobo rangendo os dentes.

- Vê então como abro a tua porta! – E de um sopro varreu a cabaninha fazendo rolar para bem longe o porquinho.

Enquanto Cícero escapava, o lobo foi bater à porta do Heitor:

  • Abre, não te farei mal!

Heitor também não quis abrir, mas um par de sopros foram suficientes para destruir a sua casinha.

Muito esfomeado, o lobo bateu à porta da casa do Prático.

- Vai-te embora, lobão! – Respondeu-lhe o porquinho.

Desta vez, o lobo soprou e soprou muitas vezes, mas a casinha, construída com cimento e tijolos era demasiado sólida até para ele.

Por fim o lobo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando: - Por agora, deixo-te... mas depressa voltarei!

E vou-te comer de uma só vez.

Quando se fez noite o lobo voltou. Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até ao telhado da casa.

Enquanto se metia pela chaminé, o lobo lambia-se já pensando no jantar à base de porquinho assado. Mas Prático, que tinha uma panela de sopa ao lume, atiçou a chama com toda a lenha que tinha.

O lobo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua cauda que começa a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.

No dia seguinte, enquanto o pobre lobo, com a cauda entre as patas, continuava a fugir para o mais longe possível, a povoação celebrava a valentia do porquinho sábio e o retorno à tranquilidade.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Antes de ser mãe....

Adoro este texto!Algumas de voçês já o conhecem outras nao.

"Antes de ser mãe, eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe, eu dormia o quanto queria, Nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe, eu limpava a casa o dia todo. Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de nanar.
Antes de ser mãe, eu não me preocupava se as minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas então, eram coisas em que eu nem pensava.
Antes de ser mãe, ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.
Antes de ser mãe, eu tinha controlo sobre a minha mente, sobre os meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite toda.
Antes de ser mãe, eu nunca tive que segurar numa criança a chorar, para que médicos pudessem fazer testes ou dar injecções. Eu nunca chorei ao olhar pequeninos olhos que choravam. Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha. Nem fiquei sentada horas e horas a olhar para um bebé a dormir.
Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar o meu corpo do dela. Eu nunca senti o meu coração a despedaçar, quando não pude estancar uma dor. Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim.E não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação de ter o meu coração fora do meu próprio corpo. Não conhecia a felicidade de alimentar um bebé faminto. Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite , cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem.Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.
Por tudo e apesar de tudo, obrigada meu Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo. Obrigada meu Deus, por me permitires ser MÃE!"

Grávidas

A maior parte das mulheres pensa que pode deixar de cuidar da aparência durante a gravidez, mas isso não é verdade. Durante a gravidez as suas hormonas estão em ebulição. Há uma série de novas sensações, sentimentos e alterações no seu corpo sobre as quais não tem controlo. Tomar conta de si faz com que tenha algum controlo e preserve a sua saúde e beleza. Não é fácil olhar-se ao espelho e ver-se com o cabelo desalinhado e a pele manchada. Também é frustrante tentar vestir as suas roupas anteriores à gravidez. Tire do pensamento que isto é normal. O que é normal é uma mulher grávida desfrutar da sua gravidez cuidando do seu corpo, da sua saúde e beleza.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Eczema

Eczema atópico

O que é?

É um tipo de eczema caracterizado por se manifestar em indivíduos com predisposição individual ou familiar para o “estado atópico” ou “atopia”, na forma de asma, rinite vasomotora ou conjuntivite alérgica.


Quem é mais atingido?


A doença inicia-se por volta dos 4 a 6 meses de idade em 75% dos casos, constituindo a dermatose mais prevalente na infância, cifrando-se em 10-15% neste escalão etário, podendo nos países nórdicos e no Reino Unido atingir cerca de 20 a 23 % da população jovem. Durante a infância e adolescência, os rapazes são mais atingidos, invertendo-se a tendência na idade adulta.


Quais são as causas?


O eczema atópico constitui manifestação de susceptibilidade cutânea exagerada, a qual resulta de factores constitucionais alérgicos do tipo de hipersensibilidade imediata e retardada a ácaros, pólen, e alguns alimentos.

Existe uma predisposição genética para a dermite atópica, havendo uma probabilidade de 70% de uma criança cujos progenitores manifestam a doença ser também atópica, descendo para 30% no caso de apenas um dos pais a manifestar.

No desencadear dos surtos de eczema atópico intervêm com frequência diversos estímulos, nomeadamente o stress psíquico, os traumatismos locais de natureza física e química (acto de coçar, contacto de lã e fibras sintéticas, cosméticos e perfumes), a exposição ao pó doméstico proveniente de alcatifas e brinquedos, condições climáticas extremas (ar muito seco ou demasiadamente húmido) e as infecções cutâneas ou sistémicas.


Como prevenir?


A prevenção dos surtos da dermite atópica inclui a evicção dos factores desencadeantes acima referidos, incluindo suporte emocional, uso de roupa de algodão, a manutenção de um ambiente doméstico relativamente seco, bem ventilado, com temperaturas de 18-20C°uso de substâncias acaricidas, disponíveis em spray. Recomenda-se ainda a evicção de certos alimentos - chocolate, bacalhau, conservas, frutos secos e, nos primeiros 12 meses de vida, também a clara de ovo.


Como se manifesta a doença?


Os factores dominantes do perfil clínico são o prurido, por vezes com acentuação nocturna e sempre presente, bem as lesões eritematosas, por vezes descamativas ou liquenificadas, localizadas inicialmente à face, predominando nas regiões malares. Por volta dos 18-20 meses as lesões tendem a ficar circunscritas característicamente às pálpebras e nuca, aos punhos, pregas dos cotovelos e cavados poplíteos.

No adulto apresentam topografia semelhante, atingindo também as virilhas, os orgãos genitais externos e o contorno peri-anal. As áreas atingidas apresentam-se secas, a pele pigmenta-se, com acentuação da textura normal da superfície cutânea – liquenificação.


Como é feito o diagnóstico?


O diagnóstico é essencialmente clínico, apoiando-se na história familiar e pessoal na pequisa de antecedentes atópicos (asma, rinite e eczema); no perfil evolutivo da doença e na topografia das lesões, a simetria e o acantonamento das mesmas e finalmente, no tipo de pele e sua reactividade particular.

Os estigmas atópicos, ou critérios minor, para o diagnóstico incluem a palidez e tendência para a vasoconstrição mediante a estimulação física por atrito, a xerose, a existência de dupla prega palpebral, o reforço das pregas palmares e plantares e a intolerãncia à lã e fibras sintéticas quando em contacto directo com a pele.

Os exames complementares de diagnóstico podem também ser utilizados para melhor documentar o quadro clínico e incluem a realização de testes cutâneos mediante picada, para testar reacções de hipersensibilidade imediata a ácaros, pólen, látex e alimentos, bem como a pesquisa no soro de anticorpos específicos (IgE) para esses alergéneos.
O diagnóstico diferencial faz-se fundamentalmente com a dermite seborreica, da qual se distingue pelo prurido muito mais acentuado e pelo perfil evolutivo das lesões.



Qual o tratamento?


A terapêutica visa essencialmente eliminar o prurido e actuar sobre a inflamação. Os anti-histamínicos por via oral, de preferência com acção sedativa, associados aos corticosteróides de potência intermédia por via tópica, em creme, pomada ou loção constituem a pedra angular da terapêutica.

Em fase aguda e difusa do eczema, com intenso componente exsudativo, é recomendável a corticoterapia sistémica, não obstante os seus efeitos colaterais, e, mais recentemente de ciclosporina – A, um agente imunossupressor, administrado por via oral durante 8 a 12 semanas, o qual parece diminuir de forma significativa a frequência e severidade dos surtos, exigindo no entanto cuidadosa monitorização clínica e laboratorial.

Em fase de acalmia clínica, devem ser usados regularmente produtos de limpeza e cosmética dermatológica para pele seca, constituídos por ureia e lactato de amónio em concentrações variáveis, bem como por ácidos gordos insaturados g-linoleico e ceramidas. A radiação ultra-violeta, mediante a exposição solar ou efectuada em cabines adaptadas a esse efeito, tem também indicação terapêutica.


Qual o prognóstico?


Em cerca de 60% a 75% dos casos verifica-se a remissão da sintomatologia do eczema atópico por volta dos 13- 14 anos de idade, apesar de 20% dos doentes com eczema atópico poderem manifestar a doença, ou alguns dos seus estigmas, durante a idade adulta. De referir que a asma brônquica se associa ao eczema atópico em 30 a 40% dos casos.