
Um outro estudo, realizado por investigadores na Califórnia, conclui que, com um «companheiro de sono», o risco de morte súbita pode ser reduzido até 90%.
Em contrapartida, os pais não se devem preocupar se o boneco cair para o chão durante o sono.

Numa bonita casa de campo viviam 3 porquinhos:
Prático, Heitor e Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes e despreocupados no campo.
Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.
Em casa esperava-os a sua avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos.
Um dia, Cícero, o mais pequeno, propôs: «Agora que já somos grandes! podemos construi ruma casa só para nós e viver sozinhos! Cada um construirá a sua , a seu gosto.
Cícero não se queria cansar muito, pelo que considerou que bastariam uns tantos ramos e um pouco de palha entrançada para construir uma cabaninha fresca e confortável.
O Heitor, pelo contrário, pensou que uma cabana de madeira seria
suficientemente confortável e resistente, e que não teria de trabalhar
demasiado para a construir.
Prático queria uma casinha como a da avozinha. Por isso, carregou o carrinho de mão várias vezes com tijolos e cimento e pôs-se a trabalhar com muito afinco.
- Assim estarei resguardado do lobo, que de vez em quando sai do bosque.
De facto, veio o lobo e bateu na casinha de palha: Toc! Toc!
- Quem é? – perguntou a vozinha do Cícero. – Um amigo... abre!
- respondeu o lobo lambendo-se. – Não! És o lobo mau e não te vou abrir a porta!
- É assim é? – Rosnou o lobo rangendo os dentes.
- Vê então como abro a tua porta! – E de um sopro varreu a cabaninha fazendo rolar para bem longe o porquinho.
Enquanto Cícero escapava, o lobo foi bater à porta do Heitor:
Heitor também não quis abrir, mas um par de sopros foram suficientes para destruir a sua casinha.
Muito esfomeado, o lobo bateu à porta da casa do Prático.
- Vai-te embora, lobão! – Respondeu-lhe o porquinho.
Desta vez, o lobo soprou e soprou muitas vezes, mas a casinha, construída com cimento e tijolos era demasiado sólida até para ele.
Por fim o lobo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando: - Por agora, deixo-te... mas depressa voltarei!
E vou-te comer de uma só vez.
Quando se fez noite o lobo voltou. Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até ao telhado da casa.
Enquanto se metia pela chaminé, o lobo lambia-se já pensando no jantar à base de porquinho assado. Mas Prático, que tinha uma panela de sopa ao lume, atiçou a chama com toda a lenha que tinha.
O lobo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua cauda que começa a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.
A maior parte das mulheres pensa que pode deixar de cuidar da aparência durante a gravidez, mas isso não é verdade. Durante a gravidez as suas hormonas estão em ebulição. Há uma série de novas sensações, sentimentos e alterações no seu corpo sobre as quais não tem controlo. Tomar conta de si faz com que tenha algum controlo e preserve a sua saúde e beleza. Não é fácil olhar-se ao espelho e ver-se com o cabelo desalinhado e a pele manchada. Também é frustrante tentar vestir as suas roupas anteriores à gravidez. Tire do pensamento que isto é normal. O que é normal é uma mulher grávida desfrutar da sua gravidez cuidando do seu corpo, da sua saúde e beleza.