terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Capricórnio

Responsável, sério, tímido, inseguro, preserverante.
Os pequenos Capricórnios distinguem-se das outras crianças sobretudo pelo seu ar sério e responsável. Dizem os astrólogos tratar-se da influência de Saturno, regente do signo de Capricórnio, símbolo de experiência, maturidade e autoridade. Daí haver quem diga, por brincadeira, que já nascem «homens pequeninos». Quem os vê, às vezes demasiado silenciosos e taciturnos, pouco dados a demonstrações de entusiasmo, pode pensar que se trata de excessiva maturidade e auto-controlo para uma criança tão pequena. De facto, o Capricórnio cresce antes de tempo, talvez pelo facto de lhe serem exigidas demasiadas responsabilidades no período da sua infância, por circunstâncias várias, o que pode incluir a ausência pontual do pai. Nestes casos, a criança Capricórnio sente-se na obrigação de apoiar a mãe. O Capricórnio desenvolve desde cedo a faculdade de aguentar o sofrimento sem se queixar. São «duros» e resistentes, mais do que o desejável para a sua idade. Não gostam de chorar em frente dos outros e muito menos de assumir as suas fraquezas, porque são demasiado tímidos e inseguros. Daí a necessidade de quererem dominar a realidade, «dissecando-a» por dentro e por fora, como forma de se precaverem contra o sentimento de insegurança que os habita.

As boas notícias sobre o Capricórnio passam pela seriedade, estrutura e estabilidade da sua personalidade e pela preserverança com que se propõe alcançar os seus objectivos, uma faceta que evidencia desde cedo. Outro aspecto positivo é o facto de, à medida que crescem, estas crianças irem «rejuvenescendo», isto é, tornam-se mais seguras e optimistas, conservando um espírito jovem a vida inteira. Finalmente, a sua versatilidade permite-lhes levar a cabo qualquer tipo de actividade e em todas se destacarão, seja no exercício físico, nas artes ou na capacidade de fazer passar ideias. Os pais não devem, por isso, sentir-se tentados a sobrecarregá-los com demasiadas tarefas. Convém estar atento aos «sinais de alarme»: mudança de humor e visível depressão. Nada que não possa ser ultrapassado, porque uma das características do Capricórnio é a resistência e a capacidade de aprender com a experiência. Virtudes típicas de Saturno, o planeta dos medos e das inseguranças, mas também da maturidade, da sabedoria e da tranquilidade.


Se tem um filho Capricórnio:

.Ensine-o, primeiro que tudo, a confiar nos outros. A sua preocupação excessiva em se sentir seguro antes de agir e a não dar um passo sem se assegurar primeiro de que tudo vai correr bem não o deixa ser espontâneo, qualidade indispensável ao próprio «estatuto» das crianças. A possibilidade de confiar espontaneamente nos outros dá-nos mais liberdade e alegria.

.Evite culpabilizá-lo demasiado pelas asneiras que possa fazer. Determinadas circunstâncias levaram a que o seu filho Capricórnio desenvolvesse a ideia de que «carrega» as culpas do mundo sobre as suas costas. Extremamente responsável, ficará demasiado centrado nesse sentimento, o que o impede de lidar com mais ligeireza e despreocupação nas situações do dia a dia. Além disso, o facto de um Capricórnio se permitir fazer uma asneira de vez em quando é bom sinal.

.Estimule a sua criatividade, ajudando-o a «soltar» as suas emoções através da expressão artística. Leve-o a desenhar, a pintar e, especialmente, a esculpir em barro ou plasticina. Será uma maneira de o levar a «sentir» a matéria de que são feitas as coisas e a possibilidade de as transformar criativamente dando-lhes «vida» através de formas que exprimem a sua própria identidade. Esse facto contribui para fazer aumentar a sua auto-estima e o seu gosto pela vida.

.Faça-o verbalizar os seus medos e apreensões, sugestão que afinal é válida para todas as crianças no mundo. As correrias e o stress em que nos habituámos a viver não deixam espaço para contar histórias aos nossos filhos, ouvir as suas «histórias» do dia a dia e esperar que as confidências surjam naturalmente, numa tranquilidade partilhada.

PAIS & Filhos lança livro infantil inédito de Margarida Rebelo Pinto


A revista PAIS & Filhos lança na edição de Janeiro, que estará nas bancas antes do Natal, um livro infantil inédito da autoria de Margarida Rebelo Pinto e com ilustrações de Carla Nazareth.
Cada exemplar de «Gugui, o dragão azul», será disponibilizado em conjunto com a PAIS & Filhos e custa no total 4,9 euros. Por cada um dos 15 mil livros vendidos a Associação Acreditar - que se dedica a apoiar crianças com cancro e respectivas famílias - receberá um euro.
O montante final servirá para garantir o funcionamento, durante um ano, de um dos 12 quartos da Casa da Acreditar em Lisboa.
Este espaço, vizinho do Instituto Português de Oncologia, serve de «porto de abrigo», acolhendo as crianças que se encontram em tratamento ambulatório e os familiares que vivem fora da área metropolitana de Lisboa e que teriam grandes dificuldades em encontrar outro alojamento.
Nesta iniciativa conjunta, que conta com o apoio da Seat e se traduz numa obra de 64 páginas, todos os envolvidos abdicam de quaisquer margens financeiras.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

FELIZ ANO NOVO


Olá a todos. O miúdos felizes não tem sido actualizado regularmente como é normal. Infelizmente eu e o rebento encontramo-nos doentinhos, o pekenote já foi 3 vezes ao hospital num espaço de 5 dias =( espero k fique por aqui e que ele melhore rápido =(
O ano está a acabar e quando olho para traz e tento fazer um balanço deste ano…meu deus como foi terrível =( parece k a nossa família este ano teve imenso azar desde a acidentes doenças enfim….mas pensamento positivo pois como se costuma dizer depois da tempestade…..
Espero entrar neste novo ano com o pé direito.
UM FELIZ ANO NOVO PARA TODOS!!!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Parabéns Antoska =)


Parabéns António =)
Para os teus pais tenho a certeza que foste a melhor prenda de natal á 4 anos atrás!!
Beijinho muito grande dos 3 =)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Ensine o se filho a perder!


É uma das grandes aprendizagens da vida. Saber perder e encarar a derrota com dignidade e bom-humor são gestos de maturidade. Saiba como ensinar o seu filho a dar este passo:
- Não espere que ele aprenda a perder de um dia para o outro. Se numa determinada situação de jogo, o seu filho estiver muito emocionado por ter perdido, espere um pouco enquanto ele se acalma.
- Diga-lhe que compreende aquele tipo de frustração e de raiva, mas que o facto de ter perdido não significa que ele «não vale nada».
- Ajude o seu filho a sentir-se melhor consigo próprio, explicando que a derrota nem sempre é culpa de uma só pessoa. Deixar passar um golo quando se está à baliza, por exemplo.
- Elogie as outras qualidades do seu filho.
- Ajude-o a ver as coisas em perspectiva: perder um jogo não é o fim do mundo e depressa ele esquecerá o que aconteceu.
- Explique-lhe que ele não precisa de ser tão duro e exigente consigo próprio.
- Encoraje-o a tentar novamente, mas sem lhe passar um sentimento de pressão pela vitória.
- Resista à tentação de querer resolver tudo por ele. O seu filho precisa de aprender a lidar com a derrota e a enfrentar as suas próprias dificuldades. - Insista no ponto mais importante de todos: ganhar ou perder, o essencial é mesmo participar e divertir-se.

domingo, 16 de dezembro de 2007

Será que dorme o suficiente?


Não é absolutamente consensual o número de horas que as crianças em idade pré-escolar devem dormir por dia. Dez, onze ou doze, as opiniões variam.
O mesmo é válido para a sesta à tarde. Há quem defenda que, a partir dos 4 anos, as crianças já não têm necessidade de dormir a seguir ao almoço, há quem ache precisamente o contrário. Polémicas à parte, os pais são os melhores avaliadores do sono dos filhos.
Se o seu filho anda irritadiço durante o dia ou meio adormecido, com dificuldade em concentrar-se, isso pode ser um sinal de que não anda a dormir o suficiente. Neste caso, é fundamental aumentar as horas de sono.
Incentive-o a dormir uma sesta. Explique-lhe que se ele descansar um bocadinho a seguir ao almoço, vai ter muito mais energia para brincar durante a tarde.
Se, pelo contrário, ele está activo e alerta durante o dia, sempre pronto para a brincadeira, bem-disposto, concentrado e receptivo, as horas de sono são as suficientes. Não insista na sesta se ele não quiser dormir à tarde.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007