terça-feira, 15 de janeiro de 2008

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Novo Filme "ALvin e os Esquilos"


O escritor de música Dave Seville transforma os esquilos cantores Alvin, Simon e Theodore em celebridades da música pop - enquanto o incontrolável trio dá cabo da casa de Dave, traz o caos à sua carreira e põe a sua vida, anteriormente ordeira, do avesso.

Cinco maneiras para ajudar as crianças a lidar com as perdas


É importante que os pais estejam preparados para as perdas e separações que o seu filho, ainda pequeno, irá ter, inevitavelmente, nos primeiros anos da sua vida.


1 - É importante que os pais estejam preparados para as perdas e separações que o seu filho, ainda pequeno, irá ter, inevitavelmente, nos primeiros anos da sua vida. Portanto, é de não estranhar o choro e o desgosto sentido perante o desaparecimento ou a morte de alguém ou de algum animal a quem ele esteja especialmente ligado, e que faça parte integrante da sua vida. Nestes momentos, ele precisa, mais do que nunca, de apoio e afecto.

2 - Nestas circunstâncias, uma das formas essenciais de apoiar o seu bebé, consiste em mostrar-se aberto ao seu desgosto, aceitando-o sem estranheza nem distância, sem minimizar ou considerar a sua perda como um problema de pouco importância, facilmente ultrapassável. Leve a sério o seu desgosto, discutindo-o em termos simples e directos. As crianças pequenas não compreendem o conceito da morte ou desaparecimento, mas sentem a dor que a separação lhes causa.


3 - Valide os sentimentos do seu filho pequeno, deixando-o chorar o tempo que quiser, confirmando a sua dor como um facto real. Evite dizer-lhe: «vamos, anima-te, isso não é nada!». Encoraje-o a falar sobre a sua perda e a sua dor, nunca o aconselhe a «engolir» as lágrimas, muito pelo contrário. Deixe-as correr sem limites de tempo nem restrições de espécie alguma.

4 - Dê-lhe a maior quantidade possível de mimos, abrace-o, dê-lhe beijinhos, aperte-o junto ao coração. Nada ajuda mais a preencher um vazio por perda afectiva do que o carinho fisicamente demonstrado.

5 - Diga-lhe que estará sempre junto dele para juntos partilharem o seu desgosto. Afiance-lhe que irá ajudá-lo a lidar com esses sentimentos, e que não terá que os resolver sozinho.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Discipline-o

Aos pais compete controlar os filhos e fazê-los ver que a agressividade não é remédio para a frustração.
Bater nos outros, mandar com os brinquedos ao chão, pontapear uma porta: qual é a criança que nunca se comportou desta forma? Aos pais compete controlar os filhos e fazê-los ver que a agressividade não é remédio para a frustração. O pediatra norte-americano Berry Brazelton explica como:
- Tente controlar a agressão. É importante acalmar os ânimos. Se for preciso, segure no seu filho com firmeza. Se o problema envolver duas crianças à bulha, separe-as imediatamente de forma decidida.
- Repita as regras da boa convivência mesmo que o seu filho já saiba a cantilena toda de cor. Seja firme e faça com que ele diga - e assimile - que «não se bate nos outros», seja lá qual for a razão.
- Ensine o seu filho a saber reconhecer o estado emocional em que se encontra. Ajude-o a dar nome às emoções. É uma forma de desenvolver o auto-controlo.
- Quando a criança estiver mais calma, é tempo de introduzir a disciplina. Ajude-a a perceber as implicações do que aconteceu e a sua responsabilidade na situação. O que é que despoletou o acesso de raiva? Mostre-lhe que ela é capaz de se controlar se fizer um esforço.
- Não ralhe só por ralhar. Tente perceber porque é que o seu filho agiu de forma agressiva. Pode haver razões subjacentes que necessitem de ser trabalhadas.
-Pedir desculpa é fundamental. Mas atenção, pedidos esfarrapados não contam. É preciso que a criança aprenda a ser sincera. Mostre-lhe as consequências de não assumir os erros e não pedir desculpa. Se ela necessitar de algum tempo para pensar no assunto, dê-lho. As crianças não se tornam maduras de um momento para o outro.
- Seja benevolente e aceite as desculpas. Desta forma, estará a ajudar o seu filho a restaurar a crença na sua própria boa-vontade e isso também é importante.

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Amigo imaginário


Ninguém pode sentar naquela cadeira, pois ela está ocupada pelo Dudu. O Dudu não gosta de ir cedo para a cama e só vai dormir quando ele quer. O Dudu consegue fazer coisas incríveis. Foi o Dudu que quebrou o copo e fez a bagunça na sala, espalhando todos os brinquedos. O Dudu é o companheiro de muitos momentos de brincadeiras, de longas conversas, de amplas discussões e frequentemente sofre fortes reprimendas. De tudo ele participa, em todos os lugares ele está presente. É um companheiro fiel e solícito, sempre pronto para servir de exemplo, para actuar como cúmplice e para assumir culpas por coisas erradas. Nunca reclama e não desiste de suas funções até ser dispensado.
Dudu é um amigo imaginário. Mas na cabecinha de uma criança entre os dois e três anos é um personagem real, concreto e de grande importância. Ele tem muitas funções: torna-se amigo em horas de solidão, consegue realizar o que a criança tenta conseguir e evidencia o que a criança gostaria de esquecer ou de lembrar. Frequentemente tem defeitos e é o culpado por atitudes erradas praticadas pela criança. Os amigos imaginários começam a surgir entre os dois anos e meio e os três anos, são geralmente abandonados quando a criança entra na escola. Quando as crianças tornam-se mais crescidas, alguns conceitos mágicos, tão belos, úteis e necessários, vão ficando para trás pois não se enquadram num contexto mais maduro. Mas em certos momentos fazem falta, mesmo quando se é adulto.

Capricórnio

Responsável, sério, tímido, inseguro, preserverante.
Os pequenos Capricórnios distinguem-se das outras crianças sobretudo pelo seu ar sério e responsável. Dizem os astrólogos tratar-se da influência de Saturno, regente do signo de Capricórnio, símbolo de experiência, maturidade e autoridade. Daí haver quem diga, por brincadeira, que já nascem «homens pequeninos». Quem os vê, às vezes demasiado silenciosos e taciturnos, pouco dados a demonstrações de entusiasmo, pode pensar que se trata de excessiva maturidade e auto-controlo para uma criança tão pequena. De facto, o Capricórnio cresce antes de tempo, talvez pelo facto de lhe serem exigidas demasiadas responsabilidades no período da sua infância, por circunstâncias várias, o que pode incluir a ausência pontual do pai. Nestes casos, a criança Capricórnio sente-se na obrigação de apoiar a mãe. O Capricórnio desenvolve desde cedo a faculdade de aguentar o sofrimento sem se queixar. São «duros» e resistentes, mais do que o desejável para a sua idade. Não gostam de chorar em frente dos outros e muito menos de assumir as suas fraquezas, porque são demasiado tímidos e inseguros. Daí a necessidade de quererem dominar a realidade, «dissecando-a» por dentro e por fora, como forma de se precaverem contra o sentimento de insegurança que os habita.

As boas notícias sobre o Capricórnio passam pela seriedade, estrutura e estabilidade da sua personalidade e pela preserverança com que se propõe alcançar os seus objectivos, uma faceta que evidencia desde cedo. Outro aspecto positivo é o facto de, à medida que crescem, estas crianças irem «rejuvenescendo», isto é, tornam-se mais seguras e optimistas, conservando um espírito jovem a vida inteira. Finalmente, a sua versatilidade permite-lhes levar a cabo qualquer tipo de actividade e em todas se destacarão, seja no exercício físico, nas artes ou na capacidade de fazer passar ideias. Os pais não devem, por isso, sentir-se tentados a sobrecarregá-los com demasiadas tarefas. Convém estar atento aos «sinais de alarme»: mudança de humor e visível depressão. Nada que não possa ser ultrapassado, porque uma das características do Capricórnio é a resistência e a capacidade de aprender com a experiência. Virtudes típicas de Saturno, o planeta dos medos e das inseguranças, mas também da maturidade, da sabedoria e da tranquilidade.


Se tem um filho Capricórnio:

.Ensine-o, primeiro que tudo, a confiar nos outros. A sua preocupação excessiva em se sentir seguro antes de agir e a não dar um passo sem se assegurar primeiro de que tudo vai correr bem não o deixa ser espontâneo, qualidade indispensável ao próprio «estatuto» das crianças. A possibilidade de confiar espontaneamente nos outros dá-nos mais liberdade e alegria.

.Evite culpabilizá-lo demasiado pelas asneiras que possa fazer. Determinadas circunstâncias levaram a que o seu filho Capricórnio desenvolvesse a ideia de que «carrega» as culpas do mundo sobre as suas costas. Extremamente responsável, ficará demasiado centrado nesse sentimento, o que o impede de lidar com mais ligeireza e despreocupação nas situações do dia a dia. Além disso, o facto de um Capricórnio se permitir fazer uma asneira de vez em quando é bom sinal.

.Estimule a sua criatividade, ajudando-o a «soltar» as suas emoções através da expressão artística. Leve-o a desenhar, a pintar e, especialmente, a esculpir em barro ou plasticina. Será uma maneira de o levar a «sentir» a matéria de que são feitas as coisas e a possibilidade de as transformar criativamente dando-lhes «vida» através de formas que exprimem a sua própria identidade. Esse facto contribui para fazer aumentar a sua auto-estima e o seu gosto pela vida.

.Faça-o verbalizar os seus medos e apreensões, sugestão que afinal é válida para todas as crianças no mundo. As correrias e o stress em que nos habituámos a viver não deixam espaço para contar histórias aos nossos filhos, ouvir as suas «histórias» do dia a dia e esperar que as confidências surjam naturalmente, numa tranquilidade partilhada.

PAIS & Filhos lança livro infantil inédito de Margarida Rebelo Pinto


A revista PAIS & Filhos lança na edição de Janeiro, que estará nas bancas antes do Natal, um livro infantil inédito da autoria de Margarida Rebelo Pinto e com ilustrações de Carla Nazareth.
Cada exemplar de «Gugui, o dragão azul», será disponibilizado em conjunto com a PAIS & Filhos e custa no total 4,9 euros. Por cada um dos 15 mil livros vendidos a Associação Acreditar - que se dedica a apoiar crianças com cancro e respectivas famílias - receberá um euro.
O montante final servirá para garantir o funcionamento, durante um ano, de um dos 12 quartos da Casa da Acreditar em Lisboa.
Este espaço, vizinho do Instituto Português de Oncologia, serve de «porto de abrigo», acolhendo as crianças que se encontram em tratamento ambulatório e os familiares que vivem fora da área metropolitana de Lisboa e que teriam grandes dificuldades em encontrar outro alojamento.
Nesta iniciativa conjunta, que conta com o apoio da Seat e se traduz numa obra de 64 páginas, todos os envolvidos abdicam de quaisquer margens financeiras.